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Síria vai respeitar acordos da ONU sobre armas químicas, diz Assad

O Conselho de Segurança adotou resolução que exige a erradicação das armas da Síria

Internacional|Do R7

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a guerra civil na Síria já deixou mais de 110 mil mortos e dois milhões de refugiados, segundo a ONU
a guerra civil na Síria já deixou mais de 110 mil mortos e dois milhões de refugiados, segundo a ONU

A Síria respeitará os acordos da Organização das Nações Unidas sobre armas químicas, afirmou o presidente Bashar al-Assad ao canal televisivo italiano RaiNews24 neste domingo (29).

"Nós nos juntamos ao acordo internacional contra a aquisição e o uso de armas químicas mesmo antes dessa resolução ser aprovada", afirmou, quando questionado se a Síria se adequaria à resolução adotada na sexta-feira (27).


O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas adotou uma resolução que exige a erradicação das armas químicas da Síria, mas não ameaça o presidente sírio, Bashar al-Assad, com uma ação militar automática se seu governo não cumprir a determinação.

Essa é a primeira resolução adotada pelo máximo órgão da ONU sobre a Síria desde o início do conflito naquele país, em março de 2011, após os vetos de Rússia e China a três projetos precedentes.


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Segundo fontes diplomáticas, um nova conferência de paz sobre a Síria, denominada "Genebra 2", será realizada em meados de novembro com o objetivo de tentar organizar uma transição política no país mergulhado em uma sangrenta guerra civil.

O mediador da ONU na Síria, Lakhdar Brahimi, deve informar sobre os preparativos desta conferência até meados de outubro, destacaram as fontes.


A revolta contra o regime de Assad, que se transformou em guerra civil, já deixou mais de 110 mil mortos e dois milhões de refugiados, segundo a ONU.

O presidente americano, Barack Obama, qualificou nesta sexta-feira de "grande vitória da comunidade internacional" o projeto de resolução finalmente aprovado pelo Conselho de Segurança com o aval de Washington e Moscou.

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