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Tiros à queima-roupa, 155 aeronaves: veja detalhes do resgate de piloto dos EUA no Irã

Operação das forças americanas contou com 64 caças, 48 aviões-tanque de reabastecimento e outros 13 modelos de avião

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A operação de resgate do piloto americano abatido no Irã foi considerada "histórica" pelo presidente Donald Trump.
  • Foram utilizadas 155 aeronaves, incluindo 64 caças e 48 aviões-tanque, para realizar o resgate.
  • As forças americanas engajaram inimigos e resgataram o piloto sem sofrer baixas.
  • O piloto, que se feriu, seguiu seu treinamento e escalou montanhas para evitar a captura enquanto aguardava o resgate.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Donald Trump classificou a operação de resgate como 'um feito histórico' Reprodução\Jornal da Record

Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou como “histórica” a operação de resgate do piloto que estava no caça americano abatido no Irã.

Segundo o republicano, o sucesso do resgate foi resultado da mobilização das forças dos EUA e do treinamento do militar, que passou mais de 24 horas em montanhas iranianas.


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A operação contou com 155 aeronaves dos EUA, incluindo 64 caças, 48 aviões-tanque de reabastecimento e 13 aeronaves de resgate. “Em uma demonstração impressionante de habilidade, precisão, letalidade e força, as forças armadas americanas invadiram a área. Engajaram o inimigo, resgataram o oficial isolado, destruíram todas as ameaças e saíram do território iraniano sem sofrer nenhuma baixa. O heróico oficial do sistema de armas F-15 conseguiu escapar da captura em terra”, disse Trump.

O presidente também detalhou a ação montada para “enganar” o Irã. De acordo com ele, as forças americanas foram posicionadas em sete regiões diferentes para distrair as tropas iranianas que procuravam o piloto abatido.


Dessa forma, os EUA fizeram com que as forças iranianas seguissem as americanas em busca do oficial. Enquanto isso, uma equipe se deslocava para a localização exata do piloto, que já havia entrado em contato com as tropas do seu país.

Trump ressaltou que o militar escalou um terreno íngreme “sangrando profusamente” e cuidou dos próprios ferimentos, como aprendeu em treinamentos militares. “O oficial seguiu seu treinamento e escalou o terreno montanhoso traiçoeiro, subindo em direção a uma altitude maior, como eles foram treinados a fim de evitar a captura.”

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