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Trump ameaça Canadá com ‘tarifas de 100%’ se país fechar acordo com a China

Republicano disse que decisão comercial pode ‘destruir negócios’ canadenses, além de retaliação dos EUA a taxas de importação

Internacional|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump ameaça o Canadá com tarifas de 100% se o país firmar um acordo comercial com a China.
  • Ele afirmou que a medida afetaria todos os produtos canadenses que entram nos EUA.
  • Trump criticou o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, e advertiu sobre os impactos negativos do acordo com a China.
  • Recentemente, o Canadá assinou um acordo com a China visando reduzir tarifas e promover comércio bilateral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor aumento de tarifas ao Canadá Reprodução/X @Potus - 05.03.2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou “impor tarifas de 100%” ao Canadá caso o país feche um acordo comercial com a China. O anúncio foi feito neste sábado (24), e mira taxas de importações.

“Se o Canadá fizer um acordo com a China, será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% sobre todos os bens e produtos canadenses que entrarem nos EUA”, afirmou o republicano em publicação feita no The Truth Social.


Trump ainda citou diretamente o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, chamando-o de governador. A relação pode ser atrelada a outras ameaças de Trump ligadas à anexação do país vizinho.

“Se o governador Carney pensa que vai transformar o Canadá em um “porto de entrega” para a China enviar mercadorias e produtos para os Estados Unidos, está redondamente enganado“, escreveu.


Ele ainda disse que o possível acordo traria impacto econômico negativo ao país: “A China vai devorar o Canadá vivo, consumindo-o completamente, inclusive destruindo seus negócios, tecido social e modo de vida em geral”.

Canadá e China

Na semana passada, o primeiro-ministro canadense assinou um grande acordo com o líder chinês Xi Jinping, com o objetivo de criar uma nova ordem comercial global menos dependente dos Estados Unidos.


Em linhas gerais, a negociação que prevê redução de tarifas, comércio de veículos elétricos e retirada de vistos entre os dois países.

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