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Trump: atirador que matou 13 pessoas será fuzilado, mas execução não será transmitida

Alguns colegas republicanos do presidente expressaram ressalvas quanto ao plano de exibir ao vivo a execução de Nidal Hasan

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump afirmou que a execução do atirador de Fort Hood não será transmitida ao vivo.
  • Familiares diretos das vítimas poderão assistir à execução pessoalmente, se desejarem.
  • Alguns republicanos e líderes religiosos expressaram preocupação com a ideia de transmissão ao vivo.
  • A maioria dos norte-americanos é contra a transmissão ao vivo da execução.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Donald Trump
Pesquisas recentes indicaram que a maioria dos norte-americanos é contrária à transmissão Daniel Torok/Official White House Photo - 5.10.2026

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (15) que a execução do atirador de Fort Hood não será transmitida ao vivo, mas que os familiares diretos das vítimas podem assistir pessoalmente.

“Acredito que transmitir a execução para que todos vissem poderia ter servido como um forte elemento de dissuasão, permitindo ao mundo testemunhar como os Estados Unidos lidam com terroristas e escória como Hasan, mas muitas pessoas boas e bem-intencionadas prefeririam não vê-lo morrer — seja por meio de uma transmissão ao vivo ou de qualquer outro recurso visual”, escreveu Trump.

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“Ele morrerá, conforme programado, por um pelotão de fuzilamento, mas o evento não será transmitido ao vivo. Dito isso, a execução poderá ser acompanhada presencialmente pelos familiares diretos das vítimas, caso assim desejem. Eles merecem testemunhar a JUSTIÇA!”

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Ressalvas à ideia

Alguns colegas republicanos de Trump, incluindo o vice-presidente JD Vance, bem como líderes religiosos e observadores internacionais, expressaram ressalvas quanto ao plano do Pentágono de transmitir ao vivo a execução de Nidal Hasan, marcada para 3 de dezembro.

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Pesquisas recentes também indicaram que a maioria dos norte-americanos é contrária à transmissão ao vivo do ato.

Hasan, um ex-psiquiatra do Exército dos EUA, foi considerado culpado em um julgamento militar por ter matado 13 pessoas a tiros em Fort Hood, no Texas, em 2009.

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