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Trump considera Powell, do Fed, e economista Taylor para comando do banco central

Internacional|Do R7

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Por Steve Holland

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando nomear o diretor do Federal Reserve, o banco central dos EUA, Jerome Powell, e o economista da Universidade de Stanford John Taylor para os dois principais cargos do banco, em uma aparente tentativa de tranquilizar mercados e apaziguar conservadores ansiosos por mudança.

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Sob este cenário, Powell ou Taylor irão assumir o posto atualmente ocupado pela chair do Fed, Janet Yellen, no início do ano que vem, com o outro preenchendo a posição de vice-chair aberta quando Stanley Fischer se aposentou neste mês.

“Isto é algo que está sob consideração, mas ele não descartou diversas opções. Ele fará um anúncio sobre isto em breve, nos próximos dias”, disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, a repórteres nesta sexta-feira.

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Tornar Powell, um centrista de discurso suave que apoiou a abordagem gradual de Yellen para aumentar taxas de juros, o próximo chefe do Fed irá providenciar a continuidade em políticas monetárias que investidores almejam.

A adição de Taylor, que apoiou uma revisão do Fed e abraçou uma mais rígida política monetária, seria uma meta para republicanos conservadores que sentem que as políticas do Fed têm sido muito frouxas sob Yellen.

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“Eu acho que Powell pode ser a escolha mais segura na medida em que sabemos o que estamos recebendo”, disse Michael Feroli, economista-chefe dos EUA na JP Morgan Chase. “Ele é um cara que obviamente conhece a cultura do Fed, como o comitê (de estabelecimento de políticas) opera, então por conta de algumas destas habilidades nós sabemos que ele seria eficaz.”

Powell abraçou a política monetária de Yellen no Fed, mantendo a fé de que um mercado de empregos mais estreito irá eventualmente colocar salários para cima e acabar com um longo período de inflação preocupantemente baixa.

Taylor passou as duas últimas décadas refinando e defendendo o uso mais amplo de uma regra que estabelece onde as taxas devem estar, dadas certas condições de inflação e a economia mais ampla. Sua regra sugere que elas deveriam estar mais altas do que estão.

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