Trump diz que atirador é ‘maníaco’ e ‘merece’ fuzilamento; EUA devem transmitir execução
Última execução pública realizada no país ocorreu em 1936, no estado de Kentucky
Internacional|Do Estadão Conteúdo
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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Nidal Malik Hasan, condenado pelo assassinato de 13 pessoas em uma base militar americana em 2009, “merece” ser executado por um pelotão de fuzilamento.
A declaração ocorre após o Pentágono anunciar que a execução, prevista para 3 de dezembro, será transmitida ao vivo para o público.
Trump chamou Hasan de “maníaco” e afirmou que ele receberá “a pena de morte por um pelotão de fuzilamento. E ele merece isso”.
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O presidente norte-americano é um defensor declarado da pena de morte, mas não comentou os planos do Departamento de Guerra de permitir que a população acompanhe a execução.
Hasan era psiquiatra do Exército dos Estados Unidos e foi condenado por abrir fogo na base militar de Fort Hood, em 2009. O ataque deixou 13 mortos e 32 feridos.
Pentágono anuncia transmissão ao vivo da execução
O Departamento de Guerra confirmou na última quinta-feira (8), que a execução será transmitida ao vivo.
O anúncio ocorreu após o secretário de GUerra, Pete Hegseth, afirmar que o procedimento seria aberto ao público.
Em entrevista à emissora conservadora Real America’s Voice News, na quarta-feira (7), Hegseth disse que Hasan será executado em Fort Hood, no dia 3 de dezembro.
“Vamos garantir que as pessoas possam assistir, que seja pública”, declarou o secretário.
Hegseth também afirmou que as Forças Armadas norte-americanas não executavam um militar desde a Segunda Guerra Mundial.
No entanto, a última execução sob a Justiça militar dos Estados Unidos ocorreu em 13 de abril de 1961, quando o soldado John Bennett foi enforcado.
A última execução pública realizada no país ocorreu em 1936, no Kentucky.
Na ocasião, Rainey Bethea foi enforcado diante de uma multidão após ser condenado pelo estupro e assassinato de uma mulher de 70 anos.
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