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Trump diz que Cuba e EUA chegarão a um acordo e descarta necessidade de ação militar

Presidente dos Estados Unidos declarou abertamente que o objetivo é mudar o governo cubano

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump afirmou que EUA e Cuba chegarão a um acordo sem necessidade de ação militar.
  • O objetivo declarado do governo Trump é mudar o governo cubano, mantendo pressão com um bloqueio de petróleo.
  • Trump chamou Cuba de Estado falido na ONU, enquanto a delegação cubana abandonou o plenário durante seu discurso.
  • O ministro cubano Bruno Rodríguez afirmou que Cuba está aberta ao diálogo e relações comerciais, mas condenou o embargo dos EUA.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Donald Trump afirmou que não vê necessidade de ação militar em Cuba Jonathan Ernst/Reuters - 26.09.2026

O presidente Donald Trump afirmou neste sábado (26) que Estados Unidos e Cuba chegarão a um acordo e descartou a necessidade de uma ação militar.

“Eu diria que Cuba e nós chegaremos a um acordo. Não acho que precisaremos das Forças Armadas”, disse Trump a jornalistas na Casa Branca.

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O governo Trump declarou abertamente que seu objetivo é mudar o governo de Cuba. Um bloqueio de petróleo imposto pelos EUA no início deste ano colocou o país sob forte pressão enquanto enfrenta escassez de combustível e apagões, agravados pela infraestrutura precária.

“Queremos ajudar Cuba”, disse Trump antes de partir para o Tennessee. “Queremos abrir Cuba para o nosso povo.”

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Em um discurso na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) na terça-feira (22), Trump chamou Cuba de Estado falido e disse que “a liberdade chegará” à ilha. A delegação cubana abandonou o plenário durante o discurso.

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O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou na ONU, neste sábado, que Cuba estará sempre aberta ao diálogo com os Estados Unidos, mas não fez referência específica aos comentários de Trump.

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“Estamos abertos a relações comerciais e empresariais com empresas norte-americanas, assim como com qualquer outro país”, disse Rodríguez, condenando veementemente o embargo comercial dos EUA contra Cuba.

Os Estados Unidos mantêm o embargo a Cuba há mais de 60 anos e o governo Trump intensificou a tensão após usar as Forças Armadas em janeiro para depor o presidente venezuelano Nicolás Maduro.

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