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Trump diz que Irã sofrerá ‘grande ataque’ caso seja responsável por atentado a faca em voo

Presidente americano fez a ameaça enquanto investigadores apuram o que motivou o copiloto a esfaquear o comandante do voo

Agência Estado

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump ameaçou o Irã com um "grande ataque" se for comprovado o envolvimento do país em um atentado a faca em um voo.
  • O copiloto esfaqueou o comandante do voo, levando a um pouso de emergência na Arábia Saudita.
  • Investigações estão em andamento para determinar a ligação entre o agressor e o Irã.
  • Os EUA enviaram reforços militares para o Oriente Médio em meio a tensões crescentes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump disse que o governo apura vínculos entre o agressor e Teerã REUTERS/Jonathan Ernst — 26.09.2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, na quinta-feira (1º), que, se o Irã estiver ligado ao copiloto que tentou derrubar um voo com destino a Israel, a República Islâmica será atingida “muito duramente” pela tentativa contra a vida de mais de 180 pessoas a bordo.

Trump fez a ameaça enquanto investigadores apuram o que motivou o copiloto a esfaquear o comandante do voo, provocando uma queda abrupta do avião da flydubai antes de a tripulação e passageiros conseguirem conter o ataque e forçar um pouso de emergência na Arábia Saudita.

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Questionado por repórteres na Casa Branca sobre possíveis vínculos entre o agressor e Teerã, Trump disse que o governo “está trabalhando nisso agora”.

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“Eu diria que a resposta, pelo que estou ouvindo, é sim, mas estamos trabalhando nisso agora”, afirmou, sem explicar por que suspeita de envolvimento iraniano.

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Perguntado se os EUA retaliariam caso fique comprovada a ligação do Irã, Trump respondeu: “Ah, eles serão atingidos, muito duramente, não se preocupe”. “É só perguntar a eles”, disse. “Eles sabem o que aconteceu.”

As declarações ocorrem em meio a sinais de estagnação nas tentativas diplomáticas de encerrar a guerra. Na quarta-feira (30), autoridades iranianas indicaram que receberam uma resposta oficial dos EUA à mais recente proposta de Teerã para pôr fim ao conflito de sete meses — proposta que Trump havia rejeitado publicamente poucos dias antes.

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O Irã não informou o conteúdo da resposta nem se foi uma recusa.

Em entrevista à revista Time publicada na quinta-feira, Trump disse que não aceitará propostas iranianas que ele “não teria aprovado há um ano” e deixou em aberto a possibilidade de retomar bombardeios após a eleição americana de 3 de novembro.

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Também nesta quinta, um funcionário dos EUA disse à AP que as Forças Armadas americanas enviaram cerca de 9.000 militares a bordo de um grupo de navios para o Oriente Médio.

Segundo esse funcionário, que falou sob anonimato por se tratar de operações sensíveis, o reforço pode significar a presença de três porta-aviões na região já no fim de outubro.

Apesar da rejeição pública de Trump, mediadores continuam trabalhando com Irã e EUA para tentar costurar um acordo para encerrar os combates e reabrir o estreito de Ormuz, segundo autoridades ouvidas pela AP sob condição de anonimato por não estarem autorizadas a comentar publicamente.

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