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JR 24H

Trump volta a acusar China de interferência nas eleições de 2020

Ex-presidente dos EUA alega roubo de dados e desinformação por Pequim

Boletim JR 24H|Do R7

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a acusar a China de interferir nas eleições presidenciais de 2020. Em discurso na noite desta quinta-feira (16), ele afirmou que o país asiático roubou dados de cerca de 220 milhões de eleitores durante o pleito vencido por Joe Biden. 

Segundo Trump, Pequim também teria orquestrado uma campanha de desinformação contra ele. Desde a derrota eleitoral, o presidente repete essas acusações sem apresentar provas. Agora, divulgou cinco relatórios que, segundo ele, apontam falhas no sistema eleitoral americano. 

As vulnerabilidades citadas, porém, já eram conhecidas pelas autoridades há anos. Em 2020, agências de inteligência dos Estados Unidos informaram que não havia evidências de interferência chinesa no resultado da eleição. Mesmo assim, Trump determinou que o FBI abra uma nova investigação sobre o caso. 

Até o momento, o governo chinês não comentou as novas declarações. Em ocasiões anteriores, Pequim sempre negou qualquer envolvimento nas eleições americanas. Trump afirmou: "Ao longo de vários anos, a partir do ciclo eleitoral de 2020, a República Popular da China realizou o que se acredita ter sido a maior violação de dados eleitorais da história, resultando na obtenção ilegal, por parte da China, de registros de 220 milhões de eleitores dos Estados Unidos." 


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