Criminosos lucram com celulares roubados em feiras clandestinas no Brasil
Quase um milhão de aparelhos são furtados anualmente no país
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7
RESUMO DA NOTÍCIA

O Brasil enfrenta uma grave epidemia de roubos de celulares, com quase um milhão de casos registrados anualmente. A receptação desses aparelhos alimenta o crime organizado, sendo um dos principais desafios para as autoridades. Criminosos negociam dispositivos em feiras clandestinas e os enviam até para o exterior.
Casos de violência relacionados aos roubos resultaram em mortes em estados como São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. Em São Paulo, foram registradas 21 mortes em decorrência desses crimes no ano passado, com sete ocorrências entre janeiro e maio deste ano. Os celulares são alvos valiosos devido aos dados sensíveis que contêm e sua facilidade de revenda.
A maioria dos celulares roubados é desbloqueada para uso em crimes financeiros ou levada a centrais de desbloqueio. Muitos são negociados na internet ou em lojas clandestinas. Modelos modernos frequentemente têm como destino países da África e Ásia.
Feiras do rolo são locais onde o comércio ilegal ocorre livremente em cidades como São Paulo. Comprar um aparelho roubado é crime de receptação, punível com penas que variam dependendo do uso pretendido.
Para combater essa prática, o Ministério da Justiça lançou o aplicativo Celular Seguro em 2023, permitindo bloquear aparelhos cadastrados e consultar sua regularidade. Desde então, mais de 150 mil alertas foram emitidos por roubo ou furto.
Assista ao vídeo - Veja como criminosos negociam celulares roubados em feiras clandestinas
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