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Prefeitura de São Paulo usa tinta antipichação para combater vandalismo

Mais de 400 queixas foram registradas nos primeiros sete meses do ano

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RESUMO DA NOTÍCIA

  • Prefeitura de São Paulo registrou mais de 400 queixas de pichação nos primeiros sete meses do ano.
  • Utilização de tinta antipichação que dificulta a adesão e facilita a limpeza.
  • Pichações são consideradas crime ambiental, com penas que podem incluir prisão e multas.
  • Nova tinta cobriu mais de 1,7 milhão de metros quadrados de prédios públicos em 2023.

 

Prefeitura de SP aposta em tinta antipichação para reduzir os casos de vandalismo
Prefeitura de SP aposta em tinta antipichação para reduzir os casos de vandalismo

Nos primeiros sete meses do ano, São Paulo registrou mais de 400 queixas de pichação. Para enfrentar o problema, a prefeitura está utilizando uma tinta especial que dificulta a aderência das pichações e facilita a limpeza.

Câmeras de segurança capturaram imagens de pichadores em Suzano e São Bernardo do Campo. Um cadeirante foi flagrado pichando um comércio sem intervenção dos transeuntes. A lei federal classifica a pichação como crime ambiental, com penas que podem incluir prisão e multas de até 10 mil reais.


Em Belém, um jovem foi surpreendido pela guarda municipal enquanto pichava um monumento na Praça da República e foi obrigado a limpar o local. A nova tinta já cobriu mais de 1,7 milhão de metros quadrados em prédios públicos de São Paulo este ano.

Assista ao vídeo - Prefeitura de SP aposta em tinta antipichação para reduzir os casos de vandalismo

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