STF proíbe uso de fardas por militares em interrogatórios sobre tentativa de golpe
Militares acusados de planejar ações táticas contra autoridades governamentais
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7
RESUMO DA NOTÍCIA

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que réus militares não podem usar fardas durante interrogatórios relacionados à investigação sobre a tentativa de golpe de Estado. A maioria dos militares envolvidos pertence às forças especiais do Exército.
A decisão foi questionada pelas defesas, mas um juiz auxiliar esclareceu que a ordem visa individualizar a acusação aos militares sem implicar o Exército como instituição. Os réus são acusados de planejar ações táticas como monitoramento de alvos e possíveis sequestros de figuras públicas, incluindo o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin.
Durante os depoimentos, o tenente-coronel Hélio Ferreira Lima admitiu ter elaborado um documento sobre a prisão preventiva de ministros do Supremo, alegando tratar-se apenas de uma hipótese teórica. O general Estevam Teófilo Gaspar de Oliveira reconheceu ter se encontrado com o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas negou discussões sobre um golpe.
Após as audiências, as defesas e a Procuradoria Geral da República apresentarão suas considerações ao processo. Em seguida, serão apresentadas as alegações finais e o julgamento do núcleo três será agendado.
Assista ao vídeo - Moraes proíbe que réus usem farda durante interrogatórios sobre suposta tentativa de golpe
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