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Caso Henry Borel: Monique Medeiros se entrega à polícia após STF determinar prisão

Depois de um acordo com os policiais, ela se entregou ao lado dos advogados

JR na TV|Do R7

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Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel e ré pelo homicídio do filho, está presa de novo. Ela se entregou à polícia nesta segunda-feira (20), depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a decisão que a mantinha em liberdade. 

As buscas por Monique começaram ainda no fim de semana. Depois de um acordo com os policiais, ela se entregou ao lado dos advogados. Enquanto esteve na delegacia, Monique passou por um novo interrogatório, mas preferiu ficar em silêncio e foi encaminhada ao sistema penitenciário do Rio de Janeiro. 

Além de Monique, o ex-companheiro, o ex-vereador Jairinho, também é réu pela morte de Henry Borel. Até hoje, os dois negam o crime. 

Ela respondia em liberdade desde o mês passado, quando o julgamento do caso foi adiado após a defesa de Jairinho se retirar do plenário. Os advogados dele reclamaram que não tiveram acesso a todo conteúdo da investigação, como os arquivos de um computador do pai de Henry, Leniel Borel. 

Neste documento, obtido pelo jornalismo da RECORD, a polícia admite que ainda trabalha na extração de dados e pede a prorrogação de prazos para a entrega até o dia 1º de maio. 

Na última sexta-feira (17), o ministro Gilmar Mendes entendeu que a gravidade do crime e o histórico de coação de testemunhas justificam a manutenção da prisão para resguardar a ordem pública e que a soltura da ré, às vésperas dos depoimentos, representa um risco na busca pela verdade processual. Agora, Monique deve permanecer presa até a retomada do tribunal de júri, marcada para 25 de maio. A defesa dela nega que testemunhas estejam sendo coagidas.

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