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Caso Henry Borel: perito do IML que assinou laudo na época diz que morte não foi acidental

Luiz Taiul reforçou que a laceração no fígado da criança não poderia ter sido causada por um acidente doméstico

JR na TV|Do R7

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O julgamento do caso Henry Borel entrou nesta segunda-feira (1º) no oitavo dia e já é considerado o mais longo da história do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.  

Foram ouvidas 22 testemunhas ao longo dos últimos dias. O perito que assinou o laudo do IML na época da morte de Henry prestou depoimento hoje. Luiz Taiul reforçou que a laceração no fígado da criança não poderia ter sido causada por um acidente doméstico.  

No domingo (1º), o coronel Jairo de Souza Santos, pai do ex-vereador Jairinho, defendeu o filho e disse que são injustas as acusações contra ele. A babá de Henry, Thayná Ferreira, contou que foi pressionada pela mãe do menino, Monique Medeiros, a outra ré no processo, para apagar mensagens do celular, e descreveu três episódios suspeitos que envolvem Jairinho e a criança. 

O resultado do júri popular deve ser anunciado entre quarta (3) e quinta-feira (4). 

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