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Família luta por justiça após perder filho em abordagem policial em SP

Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, foi baleado com um tiro à queima roupa em um hotel

JR na TV|Do R7

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Uma família luta por justiça após perder o filho em uma abordagem policial. Os PMs estão afastados das ruas, mas os pais querem que eles sejam presos. Trechos inéditos das câmeras corporais de PMs, que prestaram apoio à ocorrência, revelam que o estudante de medicina foi inicialmente identificado como um suspeito, morador de uma comunidade da Vila Mariana, zona sul de São Paulo. 

Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, foi baleado com um tiro à queima roupa em um hotel, no mesmo bairro, por policiais militares em novembro de 2024. 3 horas de gravação fazem parte do processo e desmentiram a versão de que o estudante tentou tirar a arma dos agentes. O universitário havia esbarrado no retrovisor de uma viatura. Os policiais Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado aguardam o julgamento em liberdade e foram afastados das ruas. 

A família de Marco Aurélio luta para que os PMs sejam presos. Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitaram o pedido do Ministério Público e nesta terça-feira (23) negaram uma petição que os pais fizeram de forma independente. Eles pretendem recorrer à instâncias superiores. 

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