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Governo analisa qualidade da água dez anos após tragédia de Mariana (MG)

Operação visa avaliar impacto do rompimento da barragem da Samarco na saúde pública

JR na TV|Do R7

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Técnicos do governo federal percorrem matas e rios de 32 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo para analisar a qualidade da água nas regiões atingidas pelo rompimento da barragem da Samarco, em Mariana. Dez anos após a tragédia ambiental, moradores ainda desconfiam da água que chega às torneiras. 

A barragem de Fundão se rompeu em novembro de 2015, deixando 19 mortos e cerca de 600 desabrigados. Aproximadamente 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério percorreram 663 quilômetros até atingir o litoral do Espírito Santo. Entre os rios afetados está o Rio Doce. 

A operação da Fundação Nacional de Saúde vai realizar coletas em 173 pontos estratégicos, incluindo rios, poços artesianos e estações de tratamento. Segundo o bioquímico Sebastião Werneck, as análises verificam parâmetros básicos de vigilância e também enviam amostras para laboratórios parceiros. “Serão analisados parâmetros mais complexos, agrotóxicos e elementos de interesse para a população”, explicou. 

Um acordo prevê R$ 132 bilhões em indenizações para reparar os danos causados pelo desastre. Enquanto aguardam os resultados dos testes, moradores como Mirella, que deixou a zona rural de Mariana após o rompimento da barragem, ainda esperam ver o rio recuperado como antes da tragédia. 


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