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Justiça mantém prisões de funkeiros e influenciadores detidos em operação da PF

Operação investiga tráfico e lavagem de dinheiro envolvendo figuras públicas

JR na TV|Do R7

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A Justiça manteve as prisões dos funkeiros e influenciadores detidos na operação da Polícia Federal desta quarta-feira (15). De acordo com a investigação, o tráfico de drogas usa pessoas que movimentam grande fluxo de dinheiro para ocultar quantias ilícitas. 

A mãe de MC Ryan e o pai do influenciador Crys Dias visitaram os filhos na sede da Polícia Federal em São Paulo. "Não tem envolvimento com tráfico com nada que estão falando aí", afirmou Wellington Ramos. Para a polícia, MC Ryan é peça central no esquema e usaria empresas para circular dinheiro ilícito e promover jogos ilegais e rifas nas redes sociais. 

A apuração começou após a apreensão de um veleiro com três toneladas de cocaína na costa da África, em 2023. Em abril do ano passado, a operação Narco Vela investigou o núcleo do tráfico internacional. Já a Narco Bet, em outubro, focou na lavagem de dinheiro. Com dados extraídos do celular de Rodrigo Morgado, apontado como contador do PCC, a PF deflagrou a operação Narco Fluxo, que prendeu 33 pessoas, incluindo MC Ryan, MC Poze do Rodo, Crys Dias, Raphael Sousa Oliveira e o influenciador Buzeira. 

Segundo a PF, os investigados recebiam recursos, parte deles ilícitos, e promoviam confusão patrimonial para ocultar a origem criminosa. "Em razão das atividades desempenhadas pelos investigados, recebiam muitos recursos, parte deles, sim, ilícitos." As defesas negam as acusações. "O objeto de investigação extingue qualquer ligação com o tráfico de drogas", diz a defesa de MC Ryan. Já a defesa de Raphael afirma: "O Raphael já explicou que não tem nenhuma relação com o MC Ryan."


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