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Justiça revoga prisão de um dos cinco detidos em operação que investiga desvio de recursos no Pará

O chefe de gabinete do presidente da Assembleia Legislativa foi solto, mas deve usar tornozeleira eletrônica

JR na TV|Do R7

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No Pará, a Justiça revogou a prisão de um dos cinco detidos na operação que investiga o desvio de quase R$ 200 milhões de recursos da saúde e da educação. O pedido de habeas corpus da defesa de Fabrício Corrêa foi atendido pela Justiça. O chefe de gabinete do presidente da Assembleia Legislativa foi solto, mas deve usar tornozeleira eletrônica. Ele é suspeito de ter recebido indevidamente R$ 250 mil de recursos federais.  

A Polícia Federal flagrou saques em espécie feitos por sócios de empresas contratadas por servidores públicos possivelmente com o intuito de pagamento de propina. Saques em espécie de valores vultosos, efetuados por sócios de empresas contratadas por entes públicos do estado do Pará, possivelmente com o intuito de pagamento de propina a servidores públicos.  

A operação teve início depois que uma denúncia anônima informou que Jacélio Faria da Igreja, sócio da Líder Engenharia, se preparava para realizar um saque de R$ 450 mil. O valor supostamente seria para o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos. As ações foram motivadas por informação de fonte confidencial, segundo a qual Jacélio Faria da Igreja, sócio da Líder Engenharia Ltda., se preparava para realizar, um saque de R$ 450.000,00, valor supostamente destinado ao pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos.  

Durante três dias, os policiais monitoraram a movimentação de veículos e pessoas ligadas às empresas líder engenharia; Max Empreendimentos; Brasil Brasil; e Fortes Comércio e Serviços.   


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