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MG: Trocas de mensagens ajudam a PF a desvendar esquema de pagamento de propina a servidores

No processo estão descritas diversas mensagens que revelaram o funcionamento da organização criminosa

JR na TV|Do R7

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Trocas de mensagens ajudaram a Polícia Federal a desvendar um esquema de pagamento de propina a servidores públicos para liberar licenças ambientais no setor de mineração, em Minas Gerais. No processo estão descritas diversas mensagens que revelaram o funcionamento da organização criminosa.  

Em uma das conversar, Úrsula Paula Deroma pede ao filho, Phillipe Deroma Furtado, a transferência de 7.500 em propina. Em outra mensagem, Úrsula confirma que conseguiu um contato na Agência Nacional de mineração e fechou dois alvarás, por R$ 8 mil cada. Mãe e filho estão entre as 17 pessoas investigadas no esquema de concessão de licenças irregulares para mineração.  

Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa pagava propina a servidores de órgãos públicos federais e estaduais para conseguir atuar em áreas de preservação. Nesta quinta-feira (18), mais dois servidores do governo de Minas, foram exonerados. 

O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico, João Paulo Martins, e o chefe de gabinete dele, Daniel Silva Queiroga. Os dois teriam facilitado o licenciamento para mineração na Serra do Curral, em Belo Horizonte. 

Outros seis servidores estaduais já tinham sido afastados por estarem envolvidos na investigação. O vice-prefeito de Itaúna, cidade do centro-oeste do estado, também está entre os alvos dos mandados de prisão. Hildebrando Neto, que acumulava o cargo de secretário municipal de meio ambiente, foi exonerado nesta quinta (18) pela prefeitura. 


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