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Ministro do TSE decide que bloqueio de canal digital da militância de Lula exige decisão conjunta

A determinação impede que o grupo seja suspenso por uma decisão administrativa do presidente da corte, Kassio Nunes Marques

JR na TV|Do R7

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O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral, decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp da militância do candidato Lula, do PT, não poderá ser tirado ar pela decisão de um só juiz. 

A decisão diz que o canal "Exército do Lula" só pode ser bloqueado se os ministros do TSE tomarem essa decisão em conjunto. O canal tem dez milhões de inscritos.  

A determinação impede que o grupo seja suspenso por uma decisão administrativa do presidente da corte, Kassio Nunes Marques. A decisão atende a um mandado de segurança apresentado pela coligação do presidente Lula. Mais cedo, o TSE reforçou que não houve decisão para tirar do ar canais do WhatsApp. 

O tribunal pediu, também, que as plataformas digitais adotem igualdade nas regras para as duas campanhas. Ao mesmo tempo, depois de uma reclamação da campanha de Flávio Bolsonaro, o ministro Nunes Marques deu 24 horas para a Meta apresentar um relatório sobre ações coordenadas envolvendo o canal Exército do Lula, para saber se o grupo segue as regras eleitorais.  

A equipe do candidato do PL também reclamou sobre a circulação de anúncios negativos contra o senador. Em outra frente, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que a Meta e a rede social X apresentem, em até 24 horas, um detalhamento das regras sobre inteligência artificial, distribuição de conteúdo políticos, veiculação de anúncios eleitorais e remoção de publicações. A Meta controla o Facebook, o Instagram e o WhatsApp.

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