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Missão Humanitária: relembre atuação das Forças Armadas na tragédia do RS há dois anos

A atuação dos militares do Exército, Aeronáutica e Marinha foi essencial para resgatar pessoas ilhadas e levar ajuda de outros estados ao Rio Grande do Sul

JR na TV|Do R7

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A série especial desta semana discute o papel das Forças Armadas na democracia brasileira. Elas entram em cena em catástrofes e tragédias. Dois anos atrás, gaúchos enfrentaram a pior enchente já vista no estado. Chuvas causaram a morte de 185 pessoas. 

A atuação dos militares do Exército, Aeronáutica e Marinha foi essencial para resgatar pessoas ilhadas, levar ajuda de outros estados ao Rio Grande do Sul e reerguer escolas devastadas pela lama.  

O mural logo na entrada da escola relembra a importância da união diante da tragédia. Ana Clara e Lívia tiveram medo de não voltar para sala de aula: "A gente estuda aqui desde o pré. A gente é uma turma junta, que sempre estuda junto. E a gente sempre teve medo de se separar. E a gente ficou com medo da escola parar de funcionar", afirmou Lívia, de 10 anos.  

A escola, assim como todo o bairro em Guaíba, foi alagada pelas enchentes de maio de 2024. A Marinha participou ativamente da reconstrução de nove escolas públicas. 

O Jornal da Record convidou o suboficial Luís Dobner para voltar à unidade de Guaíba dois anos depois: "Creio que em 15 dias estava pronta a escola para poder o pessoal ingressar nela. E faltava adquirir alguns móveis, utensílios de salas de aula, cadeiras, mesas. E recebemos doações também, conseguimos doar pela Marinha também", destacou.  

Dever é a palavra que moveu cada um dos marinheiros envolvidos nas operações. A tenente Lorena cresceu olhando para a Lagoa dos Patos, no sul gaúcho. Em 2024, viu a água invadir a própria casa, em Rio Grande. Rios transbordaram em quase 480 cidades. Mais de dois milhões de pessoas foram afetadas.  

"O trabalho das Forças Armadas foi fundamental durante e após a maior tragédia climática do Rio Grande do Sul. A Marinha brasileira transportou para o estado cerca de 390 toneladas de donativos, material arrecadado em várias regiões do país, além de 6 mil militares, 17 navios de guerra e outras 50 embarcações. Helicópteros e viaturas levaram todo esse material até as pessoas que mais precisavam de ajuda. A ação fez parte da Operação Taquari II, montada pelo Ministério da Defesa", explicou Jairo Bastos.  

A bordo do Navio Babitonga, o primeiro sargento Fonseca entregou mantimentos em Porto Alegre. Outro gigante dos mares atracou em Rio Grande e foi fundamental na operação. Solidariedade e união no trabalho e em casa. 

Enquanto a Tenente Lorena encarava a missão de frente, os pais cuidavam da neta. Cheios de preocupação e orgulho da filha que, junto aos colegas, foi essencial em um dos piores capítulos da história do Rio Grande do Sul.

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