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Operador de drones que prestava serviços ao crime é preso no RJ

Júlio Luan Martins foi detido em Duque de Caxias enquanto operava drone para o crime organizado

JR na TV|Do R7

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Um operador de drones foi preso porque prestava serviços ao crime. Ele foi pego com a boca na botija: o equipamento estava no ar no momento do flagrante. Um drone observava a chegada da polícia, mas o que o suspeito não sabia é que ele mesmo era monitorado pelos agentes. A casa foi cercada e Júlio Luan Martins, de 22 anos, teve que descer o aparelho e foi preso em flagrante. 

A prisão aconteceu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, região que vive uma disputa territorial entre criminosos. De acordo com a investigação, o suspeito atuava para a facção Terceiro Comando Puro e tinha a função de monitorar a chegada de policiais em operações e avisar sobre possíveis invasões de grupos rivais. Ele afirmou que recebia R$ 1.200 por semana. 

O uso de drones já é uma realidade em várias regiões controladas por facções no Rio. Além da vigilância, a tecnologia também tem sido usada em ataques contra grupos rivais. Do alto, os equipamentos dão uma visão privilegiada, por isso criminosos têm colocado coberturas em ruas de várias comunidades do estado.


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