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São Paulo tem 37 casos de roubos ou furtos por dia nos trens ou no metrô

Foram 4.420 casos assim entre janeiro e abril deste ano

JR na TV|Do R7

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No vai e vem do transporte sobre trilhos da maior cidade da América Latina, criminosos se infiltram entre os milhões de passageiro. Eles se aproveitam de vagões lotados e até da distração de passageiros para cometer os crimes. Os números mostram que, em média, 37 pessoas têm o celular roubado ou furtado por dia no trem e no metrô de São Paulo. 

Foram 4.420 casos assim entre janeiro e abril deste ano. 

"Ah, eu fiquei bem traumatizada. Acho que eu fiquei uns dois meses sem marcar consulta para o lado da Mooca," descreve uma das vítimas, a confeiteira Marcia Nascimento 

"O fato é: principalmente o celular e as carteiras contendo dinheiro ou cartão de crédito de banco têm que ficar junto ao corpo. Dentro de um bolso do casaco ou da camisa, ou mesmo no bolso da frente da calça, ele está mais seguro contra esses ataques", orienta o especialista em segurança Clovis Ferreira 

Para tentar combater os ladrões, o metrô usa seguranças à paisana entre os passageiros. Quando as câmeras das estações flagram o crime, o índice de recuperação do aparelho chega a 89%. 

Segundo a Secretaria de Segurança, nos primeiros cinco meses do ano, 454 suspeitos foram presos dentro e nos arredores do metrô. Ontem, o governo federal lançou uma nova fase do programa Celular Seguro, que avisará quem ativar um telefone que foi roubado ou furtado. 

"Um equipamento que tem um custo, vamos dizer, de R$ 1.000,00, sendo comercializado por R$ 200 R$ 300 tem que desconfiar. Muito provavelmente é um equipamento roubado ou furtado, e isso é crime. A prática de adquirir produtos provindos de ilícito é crime também", explica Clovis Ferreira. 

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