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Um ano após sumiço em Interlagos (SP), morte de empresário segue sem solução e intriga polícia

Adalberto Santos Júnior foi a um evento de motociclismo e nunca mais voltou para casa

JR na TV|Do R7

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Há exatamente um ano, o desaparecimento de um empresário no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, dava início a um caso que até hoje intriga a polícia. 

Adalberto Santos Júnior foi a um evento de motociclismo e nunca mais voltou para casa. Três dias depois, o corpo dele foi encontrado dentro de um buraco, em uma área de obra do Autódromo. 

Segundo o amigo que estava com ele, os dois testaram duas motos, tomaram cerveja e usaram maconha. Depois de intensas buscas, o corpo do empresário de 35 anos foi encontrado em uma área de obras, em um estreito buraco, de cabeça para baixo, sem calças e sapatos, mas com todos os pertences pessoais. 

Adalberto era dono de uma rede de óticas. Um ano depois, ainda não se sabe quem participou do crime. A polícia aguarda o resultado de novas perícias. 

A perícia apontou que Adalberto morreu por asfixia, possivelmente causada pelo golpe de mata-leão. O amigo que estava com ele contou à polícia que não presenciou nenhuma discussão.  

A esposa do empresário também foi ouvida, disse que a última conversa com o marido aconteceu enquanto ele ainda participava do evento. Neste sábado (30), ela conversou com a gente por telefone: “É um dia muito difícil. A gente segue esperando a resposta de tudo o que aconteceu, porque foi em um local de muita visibilidade, um local onde acontecem grandes eventos e não é possível que a gente não tenha uma resposta”. 

Segundo a investigação, Adalberto conhecia bem a área do autódromo e possivelmente pegou um atalho para sair daqui naquele dia. A polícia acredita que ele se envolveu em alguma confusão no caminho, que acabou na morte do empresário. O crime teria acontecido em um ponto fora do alcance das câmeras de segurança. 

Os seguranças que trabalham no evento também prestaram depoimento, mas até agora ninguém foi indiciado ou preso. A empresa responsável pela vigilância do autódromo não respondeu o nosso contato. Nos próximos dias, outras três pessoas serão ouvidas na tentativa de desvendar um crime, que ainda segue sem punição. 

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