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Bombeiros de Minas Gerais vão para Turquia ajudar nas buscas por vítimas de terremoto

Militares foram acionados pelo Itamaraty e vão integrar equipe composta por profissionais de outros estados 

Minas Gerais|Maria Luiza Reis*, do R7 e Ricardo Vasconcelos, da Record TV Minas

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Militares acreditam que ainda há
possibilidade de encontrar pessoas com vida
Militares acreditam que ainda há possibilidade de encontrar pessoas com vida

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais anunciou, nesta quarta-feira (08), o envio de seis militares para ajudar nos resgates de vítimas do terremoto que atingiu o sul da Turquia e o norte da Síria. Os militares foram acionados pelo Itamaraty e vão integrar equipe composta por profissionais de São Paulo, do Espirito Santo e de Minas. A tragédia já matou mais de 16 mil pessoas. 

O embarque para Ancara, capital Turca, será por meio de uma aeronave cargueira da Força Aérea Brasileira, ainda sem previsão de decolagem. Devido às características da tragédia, os militares avaliam a possibilidade de encontrar pessoas com vida, por isso levarão equipamentos autossuficientes de iluminação, baterias de rompimento, martelo rompedor, moto rebolo, equipamentos específicos para busca.


Os militares serão liderados pelo major Heitor de Aguiar Mendonça, subcomandante do Batalhão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres. 

Em vídeo, o major Mendonça informou que os profissionais enviados possuem vasta capacidade de atendimento a desastres naturais. Eles possuem experiencias de atuações não só em Minas Gerais, como em outros estados do Brasil e outros países, como Haiti e Moçambique.


Voluntários

Uma equipe de voluntários de Minas Gerais também foram para a Turquia ajudar nas buscas por vítimas. O bombeiro reservista Leo Farah foi para o país na última terça-feira (7) acompanhado de outros dois especialistas em resgastes, Julio Vanderlei e Rodrigo Cartacho.

A equipe faz parte da Associação Humus Brasil, dedicada a prevenção, capacitação e resposta emergencial em comunidades localizadas em área de risco ou impactadas por eventos naturais extremos. Os voluntários planejam ficar, no mínimo, 7 dias. Eles irão, primeiro, avaliar o local e dar apoio nas buscas por vítimas. No entanto, a equipe não descarta a possibilidade da missão ser estendida e também de enviar mais voluntários.

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