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Câmara de BH aprova mais de R$ 100 milhões em emenda impositiva

Orçamento impositivo fixa 1,2% da receita corrente líquida para os vereadores; metade deve ser investido em ações de saúde

Minas Gerais|Lucas Pavanelli, do R7

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Câmara aprovou orçamento impositivo
Câmara aprovou orçamento impositivo

A Câmara de Belo Horizonte aprovou, nesta segunda-feira (21), por 32 votos a 6, um projeto que estabelece o orçamento impositivo para emendas de vereadores na capital mineira.

A PELO 1 (Proposta de Emenda à Lei Orgânica) determina que, a partir de agora, a Prefeitura de Belo Horizonte separe o equivalente a 1,2% da receita corrente líquida para que os parlamentares possam fazer indicações para seu uso. 

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Veja: Plenário da Câmara de BH passará por reforma de R$ 533 mil

Na prática, isso significa que os 41 vereadores da capital mineira terão pouco mais de R$ 110 milhões para utilizar na indicação individual de projetos e ações nas regionais da cidade. De acordo com a proposta, metade desse valor deve ser, obrigatoriamente, revertido para ações na área da saúde. 

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Os vereadores também aprovaram uma emenda ao projeto apresentado, que permite que até um quarto do valor destinado às emendas possa ser destinado a pessoas jurídicas de direito privado que tenham atuação nas áreas da saúde e assistência social.

Na justificativa do projeto, que foi assinado por 15 vereadores, os parlamentares alegam que o orçamento impositivo é constitucional e que os parlamentares possam fazer indicações para despesas de capital ou custeio, nas áreas de educação, saúde, assistência social, esporte, cultura, infraestrutura, desenvolvimento econômico e demais áreas promotoras de bem estar social.

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