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Delegacia de Homicídios assume caso de morta ao cair de prédio

Ocorrência foi registrada como suicídio, mas a família de Hilma Morais questionou a versão apresentada pelo namorado da mulher de 38 anos

Minas Gerais|Shirley Barroso, da Record TV Minas, com Pablo Nascimento, do R7

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O DHPP (Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa) de Belo Horizonte assumiu, nesta terça-feira (24), as investigações sobre a morte da mulher que caiu da cobertura do prédio do namorado, no bairro Castelo, na região da Pampulha.

A informações foi confirmada por fontes ligadas à investigação, que, até então, corria na delegacia regional.


Hilma era administradora de imóveis
Hilma era administradora de imóveis

Inicialmente o caso foi registrado como suicídio. No entanto, a família de Hilma Balsamão de Morais, de 38 anos, questionou as versões apresentadas.

A morte aconteceu na noite da última sexta-feira (20). No local, o empresário Gustavo de Almeida Veloso alegou que a companheira pulou do apartamento após uma briga do casal.


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Vizinhos relataram que ouviram gritos e uma discussão intensa, seguida de um forte barulho. O corpo de Hilma foi encontrado na área privativa do apartamento do primeiro andar. Ela já estava sem vida.

A reportagem procurou a Polícia Civil para saber o motivo da mudança nas investigações, mas ainda não teve retorno. A reportagem também tenta entrar em contato com a defesa de Veloso. 

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