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Funcionários de hospitais da rede Fhemig fazem paralisação em BH a partir desta segunda-feira (13)

Trabalhadores são contra medidas adotadas pelo governo, como aumento da carga horária e terceirização do setor

Minas Gerais|Arnon Gonçalves*, do R7

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Greve desta segunda não tem relação com a paralisação do piso da enfermagem
Greve desta segunda não tem relação com a paralisação do piso da enfermagem

Os trabalhadores dos hospitais da rede Fhemig (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais) iniciaram greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira (13), em Belo Horizonte. A paralisação teve início às 7h. A greve não tem relação com a paralisação nacional do piso da enfermagem e envolve trabalhadores de diversos cargos dentro dos hospitais da Fhemig.

Segundo os organizadores da paralisação, os motivos para tomarem essa atitude foram algumas resoluções aprovadas pelo Governo de Minas referentes à área da saúde. Será realizada uma assembleia às 10h30, na porta do Hospital João 23, na região central da capital mineira.


Durante a reunião, os trabalhadores pretendem discutir três medidas adotadas pelo governo que eles são contra: a resolução 10.688/2022, que aumenta a carga horária dos servidores; a resolução 27.471/2022, que retira o direito previsto em lei de mães e pais de acompanhar seus filhos com necessidades especiais; e a terceirização dos hospitais públicos por meio das organizações sociais (OSs).

Parecer da instituição


A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informou em nota que mantém abertos os canais de diálogo com seus servidores, por meio de agendas fixas de reuniões com os seus representantes, para que sejam apresentadas as reivindicações e soluções propostas por ambos.

Além disso, segundo a instituição, todas as resoluções trabalhistas e administrativas são embasadas pelas legislações estaduais e federais para que haja transparência, isonomia e legalidade nas decisões. Há a garantia de direitos e deveres dos servidores em todas as mudanças administrativas.


A Fhemig falou ainda que a escala mínima deve ser respeitada durante paralisações, principalmente nos serviços críticos, como terapia intensiva e urgência, para não prejudicar a assistência aos usuários.

* Estagiário sob supervisão de Maria Luiza Reis

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