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Casos de bactéria KPC são monitorados no Hospital Júlia Kubitschek, em BH

Fhemig afirma que situação está sob controle e que cinco pacientes serão acompanhados

Minas Gerais|Rosildo Mendes, da RECORD Minas

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Hospital Júlia Kubitschek passa a ter sala de hidratação 24 horas
Segundo a fundação, todas as medidas de segurança foram adotadas imediatamente após a identificação dos casos RECORD Minas/ Reprodução

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informou que monitora cinco casos da bactéria KPC no Hospital Júlia Kubitschek, em Belo Horizonte. Os pacientes estão internados em uma unidade neonatal e também na ala de internação adulto da unidade hospitalar.

Segundo a fundação, todas as medidas de segurança foram adotadas imediatamente após a identificação dos casos. A instituição ressaltou que a situação está sob controle e que o acompanhamento é realizado diariamente para garantir a segurança de pacientes, familiares e profissionais da saúde.


A Fhemig explicou que a presença de bactérias multirresistentes em hospitais é considerada uma ocorrência comum em instituições de saúde e que a detecção acontece por meio dos protocolos de vigilância epidemiológica.

Ainda de acordo com a fundação, a identificação desses microrganismos demonstra o funcionamento eficiente do sistema de monitoramento hospitalar.


A instituição informou também que mantém medidas preventivas permanentes, como vigilância epidemiológica ativa, protocolos de higienização, uso de equipamentos de proteção individual e atuação conjunta com órgãos de vigilância sanitária.

Veja nota da Fhemig

A Fhemig esclarece que a identificação de bactérias multirresistentes é uma ocorrência comum em instituições de saúde. A detecção ocorre por meio dos protocolos de vigilância epidemiológica.


No momento, o Hospital Júlia Kubitschek acompanha cinco casos de KPC em unidade neonatal e ala de internação adulto, com adoção imediata de todas as medidas de segurança. A situação está sob controle e o monitoramento diário garante a segurança dos pacientes, familiares e trabalhadores.

Esses microrganismos podem estar presentes em ambientes hospitalares e a detecção reflete o funcionamento eficiente do sistema de monitoramento.


A instituição reforça que mantém todas as medidas preventivas padrão em execução: vigilância epidemiológica ativa, protocolos de higienização, uso de equipamentos de proteção individual e coordenação com órgãos de vigilância sanitária.

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