Logo R7.com
RecordPlus

Homem que matou taxista ao ser reconhecido em roubo é condenado a 29 anos

Segundo a polícia, condenado ia roubar o carro, mas matou vítima porque foi reconhecido

Minas Gerais|Do R7

  • Google News
Clayton Oliveira não poderá recorrer em liberdade
Clayton Oliveira não poderá recorrer em liberdade

Denunciado pela morte de um taxista em Muriaé, na Zona da Mata mineira, Clayton de Oliveira Corrêa foi condenado a 29 anos de prisão em regime fechado por latrocínio, ocultação de cadáver e corrupção de menores. Ele não poderá recorrer em liberdade. 

O taxista José Ari Moreira da Silva, de 61 anos, desapareceu no dia 14 de abril de 2015. Ele saiu de casa em Miraí para fazer uma corrida até Muriaé, a 35 km de distância, e desapareceu. O carro foi achado em uma estrada de terra dois dias depois, e o corpo só foi encontrado por familiares no dia 18. O motorista estava enterrado com uma corda no pescoço. 


Leia mais notícias de Minas Gerais no Portal R7

Experimente grátis: todos os programas da Record na íntegra no R7 Play


Duas semanas depois, Clayton de Oliveira foi preso em Juiz de Fora tentando embarcar para a Bahia. Dois adolescentes também foram detidos. 

Segundo as investigações, o plano inicial de Oliveira e dos jovens era roubar o táxi e o dinheiro da vítima, mas o mentor do crime foi reconhecido pelo taxista. Para não ser denunciado, preferiu matar José Ari Moreira. 

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.