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Irmãos são condenados por morte de fiscal da Prefeitura de Belo Horizonte

Mulher da vítima e o amante, um ex-policial civil, tiveram os julgamentos adiados

Minas Gerais|Do R7

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Irmãos e a mulher da vítima foram presos pela Polícia Civil
Irmãos e a mulher da vítima foram presos pela Polícia Civil

Os irmãos Flávio de Matos Rodrigues e Otávio de Matos Rodrigues foram condenados nesta quinta-feira (28) pela morte do auditor fiscal Iorque Leonardo Barbosa. O funcionário da Prefeitura de Belo Horizonte foi assassinado a tiros em fevereiro de 2014. A ex-mulher dele e o amante, um investigador da Polícia Civil, tiveram o processo desmembrado e vão a júri ainda neste semestre.

Otávio foi condenado a 14 anos em regime inicialmente fechado. Os jurados consideraram as qualificadoras de motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima. Flávio levou a pena por homicídio simples, o que motivou uma condenação de seis anos em regime semiaberto.


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Segundo a denúncia do Ministério Público, o servidor, que na época tinha 42 anos, foi atingido por seis disparos de arma de fogo na cabeça por um indivíduo não identificado. O atirador foi contratado por Alessandra Lúcia Pereira Lima, a mulher do auditor, e por Ernani Moreira Santos, o ex-policial civil com quem ela mantinha um relacionamento extraconjugal.

O investigador, Otávio e o executor foram até a rua em que a vítima estava e simularam uma pane no carro. Quando avistaram o auditor distraído, atiraram. O veículo utilizado pelo grupo foi encontrado na oficina de Flávio, onde estava sendo descaracterizado para evitar a identificação.


A motivação do delito, conforme o Ministério Público, foi a insatisfação da mulher com o casamento e o desejo de constituir com o policial civil novo relacionamento podendo, ambos, usufruir livremente do patrimônio do marido. Com a morte do fiscal, Alessandra passou a receber uma pensão de R$ 15 mil. Ela ainda receberia mais R$ 120 mil e um apartamento avaliado em R$ 420 mil. Já o mecânico e o autônomo foram atraídos pela promessa de recompensa.

Alessandra será julgada no dia 11 de maio. O ex-policial civil senta no banco dos réus no dia 21 de junho.

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