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Juíza de MG que ensinou a burlar máscara é aposentada compulsoriamente 

No início deste ano, magistrada foi afastada das funções por indícios de negligência na gestão de vara em Unaí (MG)

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, Do R7

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Juíza ensinou a burlar obrigatoriedade de máscara
Juíza ensinou a burlar obrigatoriedade de máscara

A juíza Ludmilla Lins Grilo, titular da Vara Criminal e da Infância e Juventude de Unaí, a 590 km de Belo Horizonte, foi aposentada compulsoriamente pelo TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais). A decisão foi publicada no Diário de Justiça do Tribunal nesta quinta-feira (25). 

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No início deste ano, em fevereiro, a juíza foi afastada das funções pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por indícios de negligência na gestão da vara. O corregedor de Justiça afirmou que a magistrada não cumpriu seus deveres básicos, como comparecer ao fórum. Outro ponto levantado, na época, foi o uso indevido das redes sociais por Ludmila. 


Segundo o relator, a juíza usaria a visibilidade como magistrada para a participação em cursos em plataformas virtuais, além de se manifestar sobre questões político-partidárias e criticar decisões de cortes superiores. O CNJ identificou mais de mil processos paralisados ou sentenças que foram dadas fora do prazo de até cem dias.

A juíza é a mesma que, em janeiro de 2021, em um dos momentos mais críticos da pandemia de Covid-19, ensinou como burlar a obrigatoriedade do uso de máscara chupando um sorvete. 

A decisão informa que a juíza foi aposentada “por interesses públicos” e “com proventos proporcionais ao tempo de contribuição”. Os valores não foram divulgados. 

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