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Mãe, filha e genro são mortos por grupo à procura de traficante na Grande BH

Questionamento e crise de epilepsia de uma das vítimas irritou os seis criminosos

Minas Gerais|Tabata Martins, do R7, com Record Minas

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Helen e o namorado foram baleados abraçados e deitados em sofá
Helen e o namorado foram baleados abraçados e deitados em sofá
Mãe e filha foram baleadas três vezes cada uma
Mãe e filha foram baleadas três vezes cada uma

A polícia está à procura de seis homens que mataram uma mulher, a filha e o genro dela na madrugada desta quinta-feira (13), em Esmeraldas, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Gislene Gonçalves, de 43 anos, Helen Cristina Gonçalves, de 21, e Maicon Cleiton Alves, de 26, foram baleados depois que tiveram a casa onde moravam invadida pelo grupo. O imóvel fica na rua Januária, no bairro Quintas São José, e foi descoberto que sua porta é usada como "boca de fumo".


Na hora do crime, outra filha de Gislaine, de 14 anos, acordou assustada com o barulho dos suspeitos, pulou uma janela e conseguiu se salvar e esconder na casa de vizinho.

De acordo com relatos da menor aos militares do 40º Batalhão da Polícia Militar, os bandidos afirmaram que estavam procurando o traficante "Leandro", que seria morto porque havia matado alguém. No entanto, a família afirmou desconhecer o homem procurado e, após questionar e brigar com os atiradores, Helen teve uma crise de epilepsia, o que irritou os bandidos. Em seguida, ela e o namorado foram baleados abraçados e deitados no sofá da varanda da residência e a mãe no quarto.


Gislaine e a filha foram atingidas por três tiros cada uma e Alves por nove. O trio morreu antes da chegada do socorro e os assassinatos foram denunciados pela adolescente de 14 anos.

A garota também informou aos policiais que um dos criminosos que invadiu a casa dela é um vizinho e que costuma dirigir um Fiat Palio amarelo pela região onde reside. Porém, ela alegou desconhecer o nome do suspeito.


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Helen deixou uma filha de 2 anos, cuja guarda ela perdeu recentemente para o pai da criança.

O caso será invesigado pela Polícia Civil e, prévias investigações, indicam que as vítimas não tinham qualquer envolvimento com a venda de drogas que era realizada na porta do imóvel onde elas moravam.

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