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‘Bando da Degola’: condenada pela morte de empresários em BH, médica volta a ser presa

Gabriela Corrêa Ferreira da Costa e outros sete integrantes do grupo sequestraram, extorquiram e mataram dois empresários, em 2010

Minas Gerais|Ricardo Vasconcelos, da RECORD MINAS

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A médica Gabriela
Ferreira Corrêa da Costa, acusada de integrar o "Bando da Degola" e
participar da morte e esquartejamento de dois empresários em Belo Horizonte, em
abril de 2010, foi condenada a 46 anos e seis meses de prisão nesta semana. Ela
deverá cumprir a pena em regime fechado, mas poderá recorrer em liberdade
A médica Gabriela Ferreira Corrêa da Costa, acusada de integrar o "Bando da Degola" Record Minas

Depois de quase dois anos foragida, foi presa, por volta de 19h desta segunda-feira (30), no bairro Camargos, na região Noroeste de Belo Horizonte, a médica Gabriela Corrêa Ferreira da Costa, de 42 anos. Ela era integrante do chamado “Bando da Degola”, condenado pela morte de dois empresários em um apartamento no bairro Sion, na região Centro-Sul da capital, em abril de 2010.

A médica foi encontrada após levantamentos do setor de inteligência da Polícia Militar. Uma equipe do Batalhão de Choque realizou a prisão. Gabriela estava sozinha em um apartamento, “tranquila e ciente” da situação que poderia ser presa a qualquer momento. Ela foi conduzida à Ceflan (Central de Flagrantes do Barreiro), de onde foi transferida ao sistema prisional.


Crime

Gabriela foi sentenciada por homicídio qualificado, cárcere privado, extorsão, destruição, ocultação de cadáver e formação de quadrilha, sendo condenada a 46 anos e 6 meses de prisão. A médica e outras sete pessoas, também condenadas, sequestraram os empresários Fabiano Ferreira Moura, de 36 anos, e Rayder Santos Rodrigues, de 39 anos.


Conforme denúncia do MPE (Ministério Público Estadual), os empresários estavam envolvidos em estelionato e atividades de contrabando de mercadorias importadas, mantendo em seus nomes várias contas bancárias, de onde eram movimentadas grandes quantias de dinheiro. As atividades ilícitas chegaram ao conhecimento do “Bando da Degola”.

Os empresários foram extorquidos e torturados. Após fazer saques e transferências de valores das contas das vítimas, para atrapalhar as investigações, os acusados arrancaram as cabeças e cortaram os dedos de Fabiano e Raydeer. Os corpos foram queimados na MG-030, em Nova Lima, na Grande BH. Por isso, o grupo ficou conhecido como “Bando da Degola.


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