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Sargento da PM é preso ao levar a própria mulher, capitã, morta a hospital de BH

Funcionários do Odilon Behrens chamaram a polícia ao desconfiarem do número de hematomas no corpo da vítima e versão do suspeito

Minas Gerais|Leandro Wagner e Lucas Eugênio, Record Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Sargento da PM-MG é preso por suspeita de envolvimento na morte da esposa, capitã Michele Leão Azevedo.
  • Capitã Michele foi levada sem vida ao Hospital Odilon Behrens pelo próprio marido, que alegou uma queda da escada.
  • Funcionários do hospital desconfiaram da versão do sargento devido aos numerosos hematomas e acionaram a polícia.
  • O sargento permanece preso após prestar depoimento no Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Vítima foi identificada como Michele Leão Azevedo e pertencia ao quadro da PM de Minas Gerais Divulgação/PM-MG

A PM-MG (Polícia Militar de Minas Gerais) prendeu um sargento da corporação, na noite de segunda-feira (20), por suspeita de ligação com a morte da capitã Michele Leão Azevedo, de 41 anos.

A vítima deu entrada, sem vida, no Hospital Odilon Behrens, localizado na região noroeste de Belo Horizonte.


A capitã Michele foi levada à unidade de saúde pelo próprio companheiro, um sargento de 37 anos. Ele foi preso ainda dentro do hospital.

Desculpa estranha e hematomas

A PM foi acionada após funcionários do Hospital Odilon Behrens desconfiarem da versão apresentada pelo companheiro dela.


Ele disse que a esposa teria caído da escada. Porém, diante dos vários hematomas no corpo, os médicos não acreditaram e acionaram o 190.

Após a confirmação do óbito, a perícia da Polícia Civil foi ao hospital e, posteriormente, até a residência do casal, no bairro Santa Cruz, na região nordeste de BH.


A capitã Michele, que completaria 42 anos no próximo mês, era lotada no Departamento de Recursos Humanos da PMMG. O corpo dela foi encaminhado ao IML da capital.

O sargento da Polícia Militar, que trabalhava no 1º batalhão, prestou depoimento no DHPP (Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa) e permanece preso.

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