Logo R7.com
RecordPlus

Mulher acusada de matar e mutilar namorado vai a júri em BH

Ré teria matado o companheiro, em abril de 2025, após suspeitar que ele estaria abusando de sua filha

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, do R7 e Arnon Gonçalves, da RECORD Minas

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Julgamento de Érica Pereira da Silveira Vicente começa no Fórum Lafayette em Belo Horizonte.
  • Ela é acusada de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menor.
  • Segundo a denúncia, a ré teria matado o namorado após suspeitar de abuso contra sua filha.
  • O crime ocorreu em março de 2025, com o corpo sendo levado a uma área de mata e incendiado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Expectativa é de que o julgamento seja concluído ainda hoje, embora não haja previsão exata de horário Reprodução/Record Minas

O julgamento de Érica Pereira da Silveira Vicente, acusada cortar o órgão genital do namorado e matá-lo após flagrá-lo abusando da filha dela, começou na manhã desta terça-feira (24), no Fórum Lafayette, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

De acordo com as primeiras informações, o júri teve início por volta das 9h. Até às 10h06, duas das cinco testemunhas previstas já haviam sido ouvidas. Após os depoimentos, está previsto o interrogatório da ré.


O julgamento ocorre ao longo do dia, com a oitiva de testemunhas, interrogatório da acusada e, posteriormente, os debates entre acusação e defesa. Ao final, os jurados decidirão pela condenação ou absolvição da ré.

A expectativa é de que o julgamento seja concluído ainda hoje, embora não haja previsão exata de horário.


O caso

Érica é acusada pelo Ministério Público de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menor. Segundo a denúncia, o crime ocorreu na madrugada de 11 de março de 2025, no bairro Taquaril.

De acordo com a investigação, a mulher teria matado o companheiro, Everton Amaro da Silva, após suspeitar que ele estaria abusando de sua filha. Ainda conforme a acusação, ela teria dopado a vítima com medicamento colocado na bebida, o que teria dificultado qualquer reação.


A denúncia aponta que, após o homem perder a consciência, ele foi agredido com golpes de faca e um pedaço de madeira. Em seguida, a ré teria contado com a ajuda de um adolescente para levar o corpo até uma área de mata, onde o crime foi finalizado e o cadáver incendiado.

O Ministério Público sustenta que o homicídio foi cometido com uso de meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.