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Nova manifestação fecha a praça Sete, no centro de Belo Horizonte

Cerca de 200 policiais civis ocupam o principal cruzamento do centro de Belo Horizonte

Minas Gerais|Do R7 MG

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Caixões foram queimados mais uma vez na praça Sete
Caixões foram queimados mais uma vez na praça Sete

Uma nova manifestação fecha a praça Sete, no centro de Belo Horizonte, na tarde desta terça-feira (25). Cerca de 200 agentes da Polícia Civil ocupam o principal cruzamento da cidade com faixas, cartazes e carro de som. Eles chegaram a incendiar caixões, como já havia sido feito em outros protestos.

Em greve desde o dia 10, os manifestantes se reuniram na praça da Assembleia e seguiram em passeata até o centro da capital. O trânsito está completamente interditado tanto na avenida Amazonas quanto na avenida Afonso pena.


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A principal reclamação da categoria, que trabalha com apenas 30% do efetivo, é referente à Lei Orgânica proposta pelo governo. De acordo com o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol), a lei é insuficiente.


Os policiais querem que o projeto seja trocado pelo substitutivo feito em 2011 pelas entidades de classe. A categoria acha que quem fez a Lei Orgânica não entende de polícia porque tira direitos, como a promoção a nível especial e única proposta de aumento de cargos para delegados.

Os policiais civis também lutam pela valorização e contra o sucateamento.


Proibição

O Supremo Tribunal Federal derrubou na última semana a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que proibia manifestações em todo o Estado que atrapalhassem o trânsito durante a realização da Copa das Confederações.


O Sindipol e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sind-UTE) recorreram ao Supremo após duas derrotas na corte estadual. A pedido do governo de Minas, desde o dia 17 de junho, as associações estavam sujeitas a multas de R$ 500 mil por dia caso os protestos ganhassem as ruas, por decisão do desembargador Barros Levenhagem.

O ministro Luiz Fux derrubou a liminar por considerar "legítimas as manifestações populares realizadas sem vandalismo". Ele destacou, entretanto, que deve ser empregado o "poder de polícia estatal na repressão de eventuais abusos.

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