Perícia: corpo de criança que sumiu não tinha sinais de violência
Eduardo, de dois anos, desapareceu na manhã de quarta-feira (12) e foi encontrado em uma lagoa próxima à casa da avó, onde ele estava
Minas Gerais|Rodrigo Dias, da RecordTV Minas, com Lucas Pavanelli, do R7

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de afogamento para explicar a morte do menino EduardoFerreira de Oliveira, de dois anos, que foi encontrado boiando em uma lagoa a cerca de 50 metros da casa de sua avó, onde ele estava antes de desaparecer. Informações preliminares dão conta de que o corpo do menino não apresentava sinais de violência.
As investigações, no entanto, não estão encerradas, como explica o delegado da Polícia Civil Diego Nolasco.
— Nada vai ser descartado. Vamos aguardar o laudo do Instituto Médico Legal de necropsia para confirmar se foi, somente, o afogamento.
A família aguarda a conclusão das investigações e não acredita que o garoto tenha descido sozinho até a lagoa.
— Eu quero aqui fazer um apelo para que isso não se encerre aqui. Encontraram o corpo, mas quero que o delegado informe a gente sobre o que aconteceu, se foi somente afogamento ou se ele foi jogado.
Buscas
As buscas por Eduardo duraram quase 48 horas. Os bombeiros e policiais trabalhavam em um raio de 20km da casa da avó do garoto, em Juatuba, na Grande Belo Horizonte. As buscas por Eduardo começaram às 11 horas da manhã de quarta-feira (12).
A criança estava na companhia de duas irmãs, de 13 e 15 anos, na casa da avó em Juatuba quando sumiu. A avó Clemência havia saído para levar a filha ao médico durante a madrugada.
A operação de busca envolveu auxílio de cães, que procuravam em regiões de mata fechada, drones, que buscavam em campo aberto, e mergulhadores, que vasculharam as lagoas que ficavam próximas à residência.















