Logo R7.com
RecordPlus

Pintor morre após receber injeção em UPA e família desconfia de erro médico

A Polícia Militar foi acionada mas também não conseguiu apurar a causa da morte do homem

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

  • Google News
Parentes não receberam esclarecimentos sobre a causa da morte
Parentes não receberam esclarecimentos sobre a causa da morte

Um pintor morreu depois de ser atendido em uma Unidade de Pronto Atendimento em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. Remi Batista dos Santos, de 43 anos, chegou ao local sentido muita febre, dor de cabeça e no corpo. Depois de receber uma injeção ele teve uma reação alérgica e faleceu. A família não recebeu esclarecimentos sobre a causa da morte e suspeita que possa ser um caso de erro médico.

De acordo com a mulher de Santos, ele chegou à UPA, se sentindo mal, mas estável. O medicamento misistrado pela equipe médica seria a causa do agravamento dos sintomas.


— Depois que ele tomou esse remédio ele começou a dar convulção e falou "deram o remédio errado para mim", porque ele começou a pipocar o corpo todinho.

Leia mais noticias no R7 Minas


O homem ficou internado durante oito horas antes de morrer. Nesse período os familiares não conseguiam obter informações sobre o estado de saúde do pintor. Os parentes só tiveram notícias uma hora após Santos falecer. A irmã do homem Marlene Batista dos Santos conta que teve que tomar medidas drásticas.

— Nós entramos na marra mesmo. O médico já tinha ligado e falou que estava esperando o IML. A minha impressao é que iam levar ele sem ficarmos sabendo que ele tinha morrido.


Ainda de acordo com Marlene, o médico teria dito que ele estava com sintomas de meningite, e, por isso, não seria recomendável vê-lo.

Para registrar o suposto erro médico a familia chamou a PM mas nem os militares conseguiram apurar qual medicamento foi utilizado. No boletim de ocorrência foi relatado que o médico responsável e a gerente da unidade não quiseram fornecer explicações sobre o atendimento e a causa da morte. Segundo eles, essas informações só seriam passadas com ordem judicial.

A direção da UPA informou por meio de nora que não houve problema com o remédio e o corpo foi encaminhado para o IML para que a perícia esclareça a causa da morte. No texto a unidade alega ainda que não nega informações a familiares de pacientes.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.