Logo R7.com
RecordPlus

Polícia Civil concede licença para superior de escrivã encontrada morta em MG

O investigador já havia sido transferido; Rafaella relatou a familiares ter sofrido assédio de superiores 

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, Do R7

  • Google News
Escrivã relatava assédio de superiores a família
Escrivã relatava assédio de superiores a família

A Polícia Civil de Minas Gerais "concedeu licença para tratamento de saúde" ao investigador envolvido no caso de escrivã encontrada morta na casa dos pais em Antônio Carlos, a 200 km de Belo Horizonte, no mês de junho. A licença foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (18). 

• Compartilhe esta notícia no WhatsApp


• Compartilhe esta notícia no Telegram

De acordo com publicação, a licença foi concedida a partir de 4 de julho e tem validade de 60 dias. O investigador Celso Trindade de Andrade e o delegado Itamar Cláudio Netto, superiores de Rafella foram transferidos de Carandaí para a unidade de Conselheiro Lafaiete no dia 23 de junho. No último dia 12, ambos foram transferidos novamente. Celso foi encaminhado para Congonhas, e Itamar, para Belo Vale. 


Após a morte, a família divulgou mensagens em que Rafaela relatava estar sobrecarregada e ter sofrido assédio de superiores na polícia. A jovem chegou a gravar uma série de áudios em que relata os assédios no ambiente de trabalho. 

A investigação sobre a morte de Rafaela Drumond segue em sigilo na Corregedoria-Geral de Polícia Civil.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.