Polícia Civil investiga segundo tatuador suspeito de assédio sexual
Segundo a delegada responsável pelo caso, duas testemunhas prestaram depoimento; homem foi intimado e deve ser ouvido ainda esta semana
Minas Gerais|Matheus Renato Oliveira, do R7*, com Akemí Duarte, da Record TV Minas

A Polícia Civil de Minas Gerais abriu investigação contra um outro tatuador suspeito de assédio sexual, em Belo Horizonte. Ele atende em um estúdio que fica na mesma região onde trabalhava Leandro Caldeira, tatuador que está preso suspeito do mesmo crime.
Segundo a delegada Larissa Mascotte, responsável pelo caso, duas testemunhas prestaram depoimento. O homem foi intimado e deve ser ouvido ainda esta semana.
— As vítimas relatam que ele teria tirado as peças íntimas delas sem necessidade e feito cantadas ofensivas.
Primeiro caso
A defesa de Leandro Caldeira entrou com pedido de habeas corpus nesta segunda-feira (1º).
O advogado Horácio Adalberto Querido, que representa Leandro, confirmou o pedido e diz que aguarda definição da Justiça. O tatuador foi preso no final da tarde, deste domingo (31), pela Polícia Militar, em um condomínio fechado, em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ele foi encaminhado para o presídio da cidade.
O suspeito é apontado por mais de 40 mulheres de ser o autor de abusos sexuais durante as sessões.
Nas dezenas de depoimentos publicados nas redes sociais, o homem é denunciado de casos ocorridos desde 2012. Antes de deletar sua conta no Instagram, o tatuador deixou mensagem dizendo ser tatuador profissional há 22 anos, "sem nenhuma mácula no currículo".
Ele ainda disse ser afirmar como pai de família, marido e filho e que nenhuma das acusações são verdadeiras. O tatuador também escreveu que iria registrar um BO (Boletim de Ocorrência) para que fossem apuradas todas as calúnias, injúrias e difamações contra seu nome.
* Estagiário do R7, sob supervisão de Lucas Pavanelli















