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Prefeito de Santa Luzia promete reunião até o fim do mês para discutir demandas da educação

Categoria suspendeu paralisação que ocorria há 15 dias até a realização do encontro com os representantes do poder público

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7


Prefeito detalhou projetos para Santa Luzia (MG)
Prefeito detalhou projetos para Santa Luzia (MG)

Pastor Sérgio (PSD), prefeito de Santa Luzia, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte, prometeu realizar uma reunião com os servidores da educação no dia 30 de junho para avaliar as demandas da categoria que estava em paralisação parcial há 15 dias. Com os servidores pedindo reajuste nos pagamentos, os alunos só tinham duas horas de aula por dia.

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“Ontem tivemos reunião com a associação dos servidores da Educação e ficou acertado que vamos sentar no próximo dia 30 e discutir esses itens da reivindicação. É legítima a questão salarial dos professores”, detalhou durante participação no quadro MGR na Política, na noite desta quinta-feira (22). Procurado, o sindicato que representa os servidores da educação informou que a paralisação foi suspensa até a data da reunião.

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Os trabalhadores da educação cobram pagamento do piso da categoria, mas a prefeitura acredita que o valor está sendo calculado corretamente. “Proporcionalmente nós pagamos até acima do piso”, disse o prefeito sobre os rendimentos dos professores que são contratados para 24 horas/aula por semana. O piso estabelece o pagamento para 40 horas.

Santa Luzia tem 220 mil habitantes. É uma das principais cidades da região metropolitana de Belo Horizonte. Um levantamento exclusivo da Record TV Minas divulgado no quadro Cidade a Cidade, no último dia 19, aponta que 24% dos moradores apontam a saúde como o principal gargalo do município. Em segundo lugar, com 15%, aparece a educação.

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A situação se agravou em março deste ano, quando a justiça acatou um pedido do Ministério Público para demitir 1.700 servidores públicos, que teriam sido contratados de maneira irregular, sem concurso público.

Para o prefeito, a situação afetou os serviços nos seis primeiros meses deste ano. Pastor Sérgio ainda destacou que as contratações questionadas pelo Ministério Público são de gestões passadas e aconteciam há anos. Diante da suspensão, a prefeitura decretou situação de emergência.

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“Tivemos que propor concursos, processo seletivo, edital para novas contratações na área da saúde. Temos que percorrer um caminho porque o serviço tem que ser entregue. Não posso colapsar o sistema.

Durante participação no MGR na Política, pastor Sérgio ainda comentou sobre demandas na saúde e projetos para o futuro. Assista à íntegra:

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