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Prefeitura de BH e Câmara podem suspender contratos com empresas de ônibus se tarifa não diminuir

Uma nova reunião foi marcada para a próxima segunda feira (08) com a participação do Sindicato das Empresas de Transporte

Minas Gerais|Akemí Duarte, da Record TV Minas

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Setra deve apresentar planilha de custos em próxima reunião
Setra deve apresentar planilha de custos em próxima reunião

Em reunião, realizada na manhã desta quarta-feira (03), a Prefeitura de Belo Horizonte e a Câmara de Vereadores decidiram dar um ultimato para as empresas de ônibus da capital mineira. Caso as empresas de ônibus não aceitem os termos propostos, os contratos vigentes podem ser suspensos. 

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Depois da reunião realizada com o Presidente da Câmara Gabriel Azevedo (Sem Partido), o prefeito Fuad Noman (PSD) postou nas redes sociais que "as empresas de ônibus precisam entender que a Prefeitura não abrirá mão de controles rigorosos de qualidade para pagar a complementação que garanta a redução da tarifa. Se não cumprirem, não recebem. Esse é o nosso compromisso com o cidadão”, disse o prefeito.


Uma nova reunião foi marcada para a próxima segunda feira (08), às 18 horas, com a participação do SETRA (Sindicato das Empresas de Transporte). O SETRA deve apresentar uma planilha de custos e a partir dela, as autoridades vão definir o valor do subsídio que será destinado às empresas e, consequentemento o valor da passagem.

No entanto, Gabriel Azevedo já adiantou que a Câmara não aceitará que a tarifa seja maior que R$4,50. Além disso, o vereador também informou que o prefeito autorizou para que, nos próximos dias, a procuradoria do município publique uma portaria para criar uma comissão e abrir uma nova licitação pública que troque os atuais empresários de ônibus para outros interessados no serviço.


“Nós não queremos que a cidade fique na mão dos empresários. Câmara Municipal e Prefeitura estão se unindo para garantir qualidade no serviço e para que a passagem volte aos R$4,50”, disse o presidente da Câmara.

Nesta quinta-feira (06), Gabriel Azevedo vai à Brasília. O objetivo é pressionar votação de um projeto de autoria do senador Antônio Anastasia, de 2021, que destina parte dos impostos dos combustíveis para financiar o sistema de transporte público.

Os vereadores ainda vão votar em segundo turno, nesta sexta (07), um projeto que autoriza a prefeitura a assumir o serviço de transporte, caso os empresários ameacem a parar.

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