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Reservatórios da Grande BH atingem pior nível da história 

Sistema Paraopeba opera com 21,7% da capacidade; Serra Azul tem apenas 6,6%

Minas Gerais|Do R7

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Situação é crítica nos reservatórios que abastecem toda a Grande BH
Situação é crítica nos reservatórios que abastecem toda a Grande BH

Apesar da Copasa negar o risco de racionamento, os três reservatórios do Sistema Paraopeba, que abastece a região metropolitana de Belo Horizonte, continuam em queda e atingiram a pior marca da história nesta segrunda-feira (2).

O Sistema Paraopeba opera com apenas 21,7% da capacidade total. O reservatório Rio Manso tem apenas 31% de cheia. A Vargem das Flores opera com 20,2% enquanto o Serra Azul está em situação crítica - 6,6% da capacidade. A vazão do Rio das Velhas é de 11,8 m³ por segundo - recorde negativo é de outubro, 9,3m³/s.


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Há exatos dois anos, em novembro de 2013, o sistema operava com 72,7% da capacidade. Em novembro de 2014 os reservatórios já tinham caído para 35%.

Em outubro choveu menos da metade da média histórica esperada nos sistemas produtores. A situação também piora com a destruição às margens dos mananciais e com a outorga para uso dos recursos hídricos para pecuária, agricultura e indústria. Se na entrada do verão não chover o suficiente o sistema pode entrar em colapso.


Enquanto isso, a Copasa tenta acelerar obras de captação para adicionar capacidade no rio Paraopeba.

Governo garante solução até dezembro


— Até 20 de dezembro, nós estaremos com problema da crise hídrica resolvido. 

A afirmação é do diretor de operação metropolitana da Copasa (Companhia de Abastecimento de Minas Gerais), Rômulo Perilli. Ele afirma que, com a conclusão da obra de ampliação da captação de água no rio Paraopeba, em Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, o risco de falta d'água estará eliminado. 

Ainda segundo ele, essa obra garantirá mais 5.000 litros de água por segundo à ETA (Estação de Tratamento de Água) do Rio Manso, que integra o Sistema Paraopeba. A obra teve início em 1º de julho e deve ser concluída até dezembro deste ano.

Ao todo foram investidos R$ 128,4 milhões na ampliação da captação, que segundo a Copasa, faz parte de uma obra maior de ampliação do Sistema Produtor Rio Manso, realizada por meio de PPP (Parceria Público-Privada).

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