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Servidores da Prefeitura de BH são exonerados por provocar prejuízos de R$ 2 milhões

Ministério Público cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão nesta terça-feira (27) 

Minas Gerais|Do R7

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Auditoria interna apontou irregularidades nos processos
Auditoria interna apontou irregularidades nos processos

Irregularidades em contratos firmados pela PBH (Prefeitura de Belo Horizonte) e na folha de pagamento de servidores públicos do município podem ter causado um prejuízo de pouco mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos da capital mineira.

Os números foram revelados por investigações realizadas pelo MP e pela auditoria interna da PBH. Em parceria com a Polícia Militar e o órgão municipal, foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e dez mandados de busca e apreensão nesta terça-feira (27), referentes à fraude apurada. Os servidores envolvidos foram exonerados.


Foram desencadeadas duas operações, com a participação de cinco promotores de Justiça e 29 servidores do MP, além de 51 militares e uma equipe da Controladoria Geral do Município.

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Jardim do Éden

A operação Jardim do Éden foi realizada para apuração de irregularidades na execução de contratos firmados entre a Fundação de Parques Municipais e a empresa contratada para execução dos serviços de podas, supressões, secções de raízes e jardinagem em parques e cemitérios.


Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas residências do fiscal do contrato, de um ex-presidente da Fundação de Parques Municipais, do representante da empresa e na sede da empresa contratada. No total, os pagamentos indevidos somavam R$ 1.775,154,13.

Até o momento, auditoria da PBH apontou indícios de pagamentos indevidos que totalizam R$ 1.775.154,13.


Reset

Já a operação Reset foi deflagrada para colher novos elementos de prova sobre a participação de outros servidores e terceiros no esquema de fraudes da folha de pagamentos da PBH. Foram identificadas adulterações dos arquivos eletrônicos enviados para o Banco do Brasil pelos servidores investigados. Eles tiveram prisão temporária decretada, a pedido do MPMG. A estimativa é que o rombo referente à fraude seja de aproximadamente R$ 556 milhões.

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