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Suspeito de matar Beatriz Vitória em Jaboticatubas é transferido de presídio em após ameaças

Samuel Castro Melo, de 18 anos, estava preso em Santa Luzia; defesa acompanha a situação

Minas Gerais|Cler Santos, do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Samuel Castro Melo foi transferido para um presídio em Ituiutaba após ameaças recebidas na unidade de Santa Luzia.
  • Carla Luíza da Silva, atual namorada de Samuel, também é investigada e teve pedido de liberdade negado pelo TJMG.
  • Beatriz Vitória foi encontrada morta após desaparecer em Jaboticatubas; investigações apontam uso de soda cáustica no crime.
  • Justiça converteu prisões em flagrante de Samuel e Carla em preventivas, e perícia dos materiais apreendidos está em andamento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A transferência foi confirmada pela defesa do suspeito
A transferência foi confirmada pela defesa do suspeito RECORD Minas/ Reprodução

Samuel Castro Melo, de 18 anos, investigado pela morte da ex-namorada Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota, de 27, em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi transferido para um presídio em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro, nesta quarta-feira (28). A mudança de unidade prisional ocorreu após a defesa do jovem relatar que ele vinha recebendo ameaças.

A transferência foi confirmada à RECORD Minas pelo advogado Dracon Cavalcante, responsável pela defesa de Samuel. Segundo ele, o investigado já chegou à nova unidade prisional e está sendo acompanhado pela equipe jurídica.

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Durante a audiência de custódia realizada na última quinta-feira (22), a defesa já havia solicitado a transferência de Samuel por questões de segurança, alegando que o jovem estava recebendo ameaças. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a origem ou a natureza dessas ameaças.

Samuel estava detido no Presídio de Santa Luzia desde o dia 22 de outubro, quando teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça.

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A atual namorada dele, Carla Luíza da Silva, de 23 anos, também é investigada pela morte de Beatriz e permanece presa preventivamente no Presídio José Abranches Gonçalves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Na terça-feira (27), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou um pedido liminar de liberdade apresentado pela defesa de Carla. Os advogados alegaram que a investigada é primária, possui residência fixa e vínculo formal de trabalho, além de questionarem a fundamentação da prisão preventiva.

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O desembargador responsável pelo caso entendeu que não havia elementos suficientes para justificar a concessão imediata da liberdade. O habeas corpus ainda será analisado em definitivo.

Relembre o caso

Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota, de 27 anos, desapareceu no dia 9 de outubro, em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Após quase duas semanas de buscas, o corpo da jovem foi encontrado pela Polícia Civil, no dia 21 de outubro, enterrado em uma área rural do município.

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O ex-namorado da vítima, Samuel Castro Melo, de 18 anos, e a atual namorada dele, Carla Luíza da Silva, de 23, foram presos suspeitos de envolvimento no crime.

Durante as investigações, a polícia apurou o possível uso de soda cáustica no crime. Imagens de câmeras de segurança, obtidas pela Record Minas, mostram Carla carregando potes da substância em uma loja onde trabalhava, dois dias antes do desaparecimento de Beatriz. Segundo familiares da vítima, o produto teria sido furtado do estabelecimento, já que não havia registro de pagamento.

No dia 22 de outubro, a Justiça converteu as prisões em flagrante dos dois investigados em preventivas. Também determinou a perícia dos celulares apreendidos, do veículo suspeito de ter sido utilizado no crime e dos materiais recolhidos durante as investigações.

O corpo de Beatriz foi sepultado no dia 23 de outubro, no Cemitério Municipal de Jaboticatubas. Devido ao avançado estado de decomposição, a cerimônia de despedida foi limitada a cerca de 30 minutos.

A defesa de Carla afirma que a jovem é inocente e questiona pontos da investigação, incluindo o número de pessoas envolvidas no crime e a identificação do veículo utilizado. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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