Movimento nacional pede prioridade a projeto de lei que criminaliza a misoginia
Iniciativa reúne lideranças para pressionar o Congresso Nacional a votar a pauta antes das eleições
Vanity Brasil|Do R7

Um manifesto nacional articulado por lideranças sociais e empresariais pede prioridade na tramitação do projeto de lei que criminaliza a misoginia no Brasil. De acordo com a organização da mobilização, o objetivo é fazer com que a proposta avance no Congresso Nacional antes das eleições de outubro.
Segundo o movimento, a pauta tramita atualmente em ritmo lento, enquanto diferentes formas de violência contra a mulher — incluindo ameaças, humilhações, perseguições, intimidações e agressões — permanecem recorrentes no país.
“O Brasil precisa dar um passo firme no combate à misoginia. A violência contra as mulheres não pode ser tratada como algo natural ou inevitável”, afirma o grupo em trecho divulgado no manifesto.
Entre os nomes que aderiram ao documento estão empresários e figuras públicas como Luiza Trajano, Renato Meirelles, Lúcia Hauptman, Luana Piovani e Luciana Temer. Os integrantes defendem o fortalecimento dos mecanismos legais de prevenção e responsabilização por atos de discriminação e ódio de gênero.
O manifesto convoca a sociedade civil a assinar um formulário digital em apoio à causa e a divulgar a pauta em plataformas virtuais com o uso da hashtag #CriminalizacaodaMisoginiaJa e do perfil @levantemulheresvivas, além do incentivo à publicação de vídeos sobre o tema.














