Marca é menos sobre o que existe e mais sobre como você olha
O que parece intangível demais é justamente o que faz alguém escolher, voltar… e preferir
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

“O que é uma marca?” Uma vez me fizeram exatamente essa pergunta, mas não no sentido bonito, conceitual. A pergunta vinha quase como um enigma. Uma coisa que não existe no mundo físico, mas tem identidade, tem sentimento, influencia decisão… e que, de alguma forma, a gente precisa aprender a entender.
E é estranho mesmo. Porque marca não dá para pegar, não dá para medir com régua, não dá para mostrar numa prateleira como se mostra um produto. E ainda assim ela está ali, pesando na decisão, puxando preferência, justificando preço.
Só que aí tem um detalhe que normalmente passa batido: marca não nasce do nada. Ela é construída em cima de experiência. Sempre.
Não existe essa história de alguém gostar de uma marca “de graça”. Nem quando parece irracional. Até o fã de Ferrari que nunca vai ter uma Ferrari está ganhando alguma coisa ali… pode ser prazer estético, pode ser conversa, pode ser sensação de pertencimento.
Mas tem troca. Sempre tem. E isso muda um pouco o jeito de olhar para o trabalho.
Porque, no fundo, não é sobre criar símbolo bonito, nem campanha inteligente que a gente acha genial na mesa. É sobre conseguir colocar ali dentro alguma coisa que realmente responda a uma necessidade.
E, quando isso acontece, a mágica fica menos mágica. A marca vira preferência. E preferência, curiosamente, é quando alguém aceita pagar mais caro por algo que, no papel, às vezes nem precisava.
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