Fiat mantém liderança e mercado brasileiro de 0km inicia 2026 com leve alta
Marca tem mais de 21% de share e Volkswagen fica atrás com 15,8%

O mercado brasileiro de veículos começou 2026 com evolução discreta nas vendas, de acordo com dados oficiais de emplacamentos registrados em janeiro. No total, foram comercializadas 162.484 unidades entre automóveis e comerciais leves, um crescimento de 1,64% sobre o mesmo mês de 2025. Os dados são da Fenabrave.
Ranking de marcas – liderança consolidada da Fiat
No ranking por fabricante, a Fiat manteve a liderança, ocupando o primeiro lugar pelo 61º mês consecutivo, com 34.260 unidades vendidas, cerca de 21,09% de participação de mercado em janeiro. 

Na sequência ficaram:
• Volkswagen – 25.737 unidades (15,84%), com forte crescimento em relação ao mesmo mês de 2025;
• Chevrolet – 16.164 unidades (9,95%);
• Hyundai – 10.207 unidades (6,28%);
• BYD Auto – 9.801 unidades (6,03%), mantendo-se no top 5, sua melhor posição histórica no país. 

Outras marcas que compõem o top 10 em janeiro são Toyota, Jeep, Renault, Honda e Nissan, evidenciando a diversidade de players presentes no mercado nacional em janeiro de 2026.
Modelos mais vendidos – Strada lidera com folga
No detalhamento por modelo, conforme o R7-Autos Carros já havia publicado, a Fiat Strada confirmou a liderança isolada entre os veículos mais vendidos em janeiro de 2026, com 10.541 unidades emplacadas. O desempenho da picape reforça sua popularidade no Brasil e sua posição como um dos carros mais procurados por consumidores e frotistas.

Completam o top 5 nacional:
1. Fiat Strada – 10.541 unidades
2. Volkswagen T‑Cross – 5.741
3. Volkswagen Polo – 5.699
4. Fiat Argo – 5.177
5. Volkswagen Tera – 4.992 
Outros modelos que figuram entre os mais vendidos incluem Chevrolet Onix, Jeep Compass, Hyundai Creta e Toyota Hilux, o que mostra o equilíbrio entre hatches, SUVs e picapes no mercado brasileiro. 
Contexto do mercado em janeiro
Apesar do crescimento discreto na comparação anual, o volume de vendas em janeiro de 2026 foi impactado pela sazonalidade típica do início de ano, resultando em queda em relação a dezembro de 2025 devido ao período de férias e menor ritmo de negociações.
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