Rolls-Royce muda rota e passa a deixar cliente escolher tipo de motorização
Marca britânica deixa de seguir um cronograma rígido para se tornar 100% elétrica e passa a adotar uma abordagem sob demanda

A Rolls-Royce decidiu flexibilizar sua estratégia de eletrificação e passar a oferecer aos clientes a escolha entre diferentes tipos de motorização. Na prática, a marca britânica deixa de seguir um cronograma rígido para se tornar 100% elétrica e passa a adotar uma abordagem sob demanda — comum no segmento de ultraluxo.

A mudança reflete o perfil do consumidor da marca, que valoriza personalização total e ainda mantém forte interesse pelos tradicionais motores V12. Ao mesmo tempo, a Rolls-Royce segue investindo em modelos elétricos, como o Spectre, mas sem impor a tecnologia como única opção.

Na prática, quem se dispõe a pagar o equivalente a 2 milhões de reais por um carro poderá escolher por um motor elétrico de alta potência ou um motor V12 a gasolina com a mesma proposta.

O movimento acompanha outras fabricantes de alto padrão. A Lamborghini já indicou baixa aceitação de elétricos entre seus clientes, enquanto a Bentley revisou prazos e mantém motores híbridos e a combustão em seu portfólio.
Na prática, o segmento de luxo passa a ditar um ritmo próprio na transição energética. Em vez de metas fixas, marcas como a Rolls-Royce priorizam a demanda real do cliente — o que abre espaço para a convivência entre motores elétricos, híbridos e a combustão nos próximos anos.
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